Once Upon a Time

Entradas do Abril 2008

Rita

Abril 12, 2008 · 3 Comentários

Bom, como esse aqui é o meu espaço e eu posso escrever o que eu quiser,lá vai.

E jamais pensei que iria escrever neste blog sobre teu nome-mais que um nome-, mas me vejo numa situação completamente nova. Ao longo de nossa caminhada juntos descobrimos como pode ser infinito e caótico esse mundo, notamos que esse tal de efeito borboleta é pura insanidade de quem o criou. Foram momentos de extrema intensidade. Hoje eu li em seus olhos que você não mais se importa. De todas as formas de tratamento a única que poderia me ferir-e feriu- é a indiferença.

Sei bem que não fui um notável companheiro nem um amente razoável. Sei também que meu intelecto não é um exemplo a ser seguido. mas hoje eu pude perceber o quanto minha incompetência pode se voltar contra mim. Desde o começo eu tinha medo de me abrir, de me entregar; mas aos poucos eu o fiz e vejam só no que deu. Ao me ver ela vai embora, ela atravessa a rua e eu -filho do carbono e do amoníaco- tento conquistar novamente sua atenção com uma Lira ultra-romântica.

Mas vou tentar -dessa vez eu juro que vou- não permitir que esse meu espírito medieval interfira na sua jornada.

Na sua jornada, vi que tens o que precisa, seus amigos que sempre estarão om você fazendo o que eu nunca conseguirei fazer: te ajudar. Mas me sinto feliz por saber que você está em boas mãos, só me dói como um câncer pulsante saber que em teu seio tão cedo não descansarei dessa minha loucura fora de nosso tempo.

Saiba, oh senhora da minha liberdade, que sempre estarei contigo. Esperando o dia em que serei digno de pousar minha podre face em teu alvo colo, para, ao som de tua vida, adormecer no mais profundo sono. Do Qual não pretendo acordar jamais.

Em mim apenas uma vontade maior que todas as outras emerge. Seja feliz, estrela, seja qual for a tua constelação. Viaje pelos céus de quem quiser e por fim conquiste o horizonte tanto almejado. E lembre-se, ao olhar as estrelas saberei que uma delas é você e sorrirei por saber que está sempre lá, para que eu possa contemplar a sua luz e ter como meu esse sonho mais platônico. Seu amor.

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“Minha Musa” (Álvares de Azevedo)

Abril 12, 2008 · 1 Comentário

“Minha musa é a lembrança

Dos sonhos  em que vivi,

É de uns lábios a esperança

E a saudade que eu nutri!

É a crença que alentei,

As luas belas que amei,

E os olhos por quem morri!

Os meus cantos de saudade

são amores que eu chorei:

São lírios da mocidade

Que murcharam porque te amei!

As minhas notas ardentes

São as lágrimas dementes

Que em teu seio derramei!

Do meu Outonoos desfolhos,

Os astrosdo teu Verão,

A languidez de teus olhos

Inspiram minha canção.

Sou poeta porque és bela,

Tenho em teus olhos, donzela,

A Musa do coração!

Se na lira voluptuosa

Entre as fibras que estalei

Um dia atei uma rosa

Culo aroma respirei,

Foi nas noites de ventura

Quando em tua formosura

Meus lábios embriaguei!

E se tu queres, donzela,

Sentir minh’alma vibrar,

Solta essa trança tão bela,

Quero nela suspirar!

Descansa-me no teu seio.

Ouvirás no devaneio

A minha lira cantar!”

Pois eh gente, estou faz algum tempo sem postar e sinto falta de ter tempo para isso, mas a vida academica e pessoal me chamam com tanta forsa que eu nem quero resistir. muitos sinais de acentuassaum grahfica do meu teclado estaum com problema e eu tenho que escrever apelando para a fonehtica.

eu sei que voceis vaum entender.

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