“Minha musa é a lembrança
Dos sonhos em que vivi,
É de uns lábios a esperança
E a saudade que eu nutri!
É a crença que alentei,
As luas belas que amei,
E os olhos por quem morri!
Os meus cantos de saudade
são amores que eu chorei:
São lírios da mocidade
Que murcharam porque te amei!
As minhas notas ardentes
São as lágrimas dementes
Que em teu seio derramei!
Do meu Outonoos desfolhos,
Os astrosdo teu Verão,
A languidez de teus olhos
Inspiram minha canção.
Sou poeta porque és bela,
Tenho em teus olhos, donzela,
A Musa do coração!
Se na lira voluptuosa
Entre as fibras que estalei
Um dia atei uma rosa
Culo aroma respirei,
Foi nas noites de ventura
Quando em tua formosura
Meus lábios embriaguei!
E se tu queres, donzela,
Sentir minh’alma vibrar,
Solta essa trança tão bela,
Quero nela suspirar!
Descansa-me no teu seio.
Ouvirás no devaneio
A minha lira cantar!”
Pois eh gente, estou faz algum tempo sem postar e sinto falta de ter tempo para isso, mas a vida academica e pessoal me chamam com tanta forsa que eu nem quero resistir. muitos sinais de acentuassaum grahfica do meu teclado estaum com problema e eu tenho que escrever apelando para a fonehtica.
eu sei que voceis vaum entender.
1 resposta Até agora ↓
Teresa // Abril 13, 2008 às 1:17 pm
Mateus,
Lindo esse poema…não o conhecia, nem o autor!
Beijocas
Fica bem!