Adeus

esse aqui é meu último post nesse blog, gostaria de dizer à todos aqueles que me leram algum dia Muito Obrigado. Aos meus “colegas” de blogsfera que eu continuarei a lê-los.

obrigado pelo preferência, adeus.

muito bem

na falta de um assunto em específico, venho enfadar sobre minha falta de assuntos.

Há muito tempo atrás, quando eu ainda era um pueril jovem sem pretenções, não me importava muito com ter ou não assuntos a tratar com ninguém pois não havia mesmo ninguém com quem tratar -lembrando que eu nunca fui dos populares ou conversadores; sempre aquele guri na janela olhando pra fora dos lugares, nunca pra dentro.

Hoje posso lhes afirmar, ao contrário do que acontecia naquele tempo, que eu era uma pessoa feliz. Sem ter com quem ou com o que me preocupar. Pode-se dizer até que eu havia criado uma bolha de isolamento ao meu redor (o que é o sonho de muitos).

Pensando aqui comigo a respeito do que havia escrito ali em cima, descobri que a principal função de uma página como essa é dar vazão a nossos egoísmos. Sempre precisamos de uma valvula de escape para não explodir com essa hipocrisia diária permeada de eufemismos.

Evoluindo um pouco o assunto, posso comentar o que falava com Anitta ainda ontem; nós todos vivemos encobertos por um véu que pomos sobre nossas cabeças que faz com que enxerguemos nosso mundo de uma forma diferente, é uma forma de nos enganarmos no que diz respeito a forma com que deveriamos ver o mundo; acreditamos inocentemente que o mundo é um lugar morto ou até mesmo cruel e por esse motivo pomos uma espécie de filtro para que este se torne o que queremos que seja.

É uma teoria muito interessante para explicar por algums pessoas são incapazes de concordar ou até mesmo enxergar outras idéias ou pontos de vista que não o delas.

Muito bem pessoal, essa é a reflexão que vos deixo a pensar sobre, bom proveito e até a próxima.

bom…

estou vivo, respiro, ando, falo, como², bebo e é isso aí.

Vidão hein?

Continuando…

Como Prometido, vim a este reduto de inutilidades pessoais para noticiar minha progressividade tediosa. Mas não pense que eu não gosto disso, muito pelo contrário. Meu interesse primordial nessa carreira é de inundá-la cada vez mais nesse tédio sem medidas.

Infelizmente, por falta de tempo, eu devo deixar-lhes aqui sem mais delongas. Porém aviso que não muito mais o que se dizer.

Até a próxima…

como há algum tempo não faço…

vou escrever amenidades a meu respeito aqui.

Bom nesses últimos tempo eu revi muitos de meus conceitos os quais eu qualificava como solidos e imutáveis. Uma das principais coisas modificadas foi o conceito de imutabilidade, digamos que essa palavra-imutável- nao consta mais no meu parco porém progressivo vocabulário.

Uma outra mudança interessante foi o meu caráter antiquado, que até a algum tempo eu tinha rgulho de ostentar como uma bandeira à geração “perdida”. Hoje eu me considero alguém aberto. Confesso que tive de me adptar e aprender a ser assim à força, mas não lamento por ter feito tal escolha pois essa foi uma escolha ciente de todas as conseqüências possíveis.

Venho notando que não eu estou em estado de revisão de conceitos como também todas as pessoas ao meu redor, desconfio que seja por influência. Não minha influência mas influência do mundo caótico que nos obriga a mudar a cada segundo para ão ser considerado “preconceituoso”. Que seja.
Venho aqui também deixar minhas sinceras desculpas pelo abandono recente, mas é que a maldita vida lá fora me chama com tal força que não sou capaz nem ao menos de pensar ou escolher entre abandoná-la e agarrá-la.

Deixo-vos agora com uma sincera certeza de que voltarei, mais cedo ou mais tarde reportando-lhes notícias sobre minha tediosa vida.

Ah…Mulheres…

como diria meu saudoso amigo A Rapoza do Pica-pau,

Dinheiro, mulheres…

Iates, Mulheres…

Carros, mulheres…!

e como diria meu caro amigo nãomelembroquemagora: As mulheres me incriminam de pidão, eu peço porque careço e elas por que me dão?

ou então: posso não dormir com todas as mulheres mas vale a pena tentar…

e agora uma mensagem de acalanto às massa enlouquecidas:

eis aqui o teu pedido ó fúria personificada, um sinal da vida que me carrega e que me enoja como um enjôo pré-natal…

Rita

Bom, como esse aqui é o meu espaço e eu posso escrever o que eu quiser,lá vai.

E jamais pensei que iria escrever neste blog sobre teu nome-mais que um nome-, mas me vejo numa situação completamente nova. Ao longo de nossa caminhada juntos descobrimos como pode ser infinito e caótico esse mundo, notamos que esse tal de efeito borboleta é pura insanidade de quem o criou. Foram momentos de extrema intensidade. Hoje eu li em seus olhos que você não mais se importa. De todas as formas de tratamento a única que poderia me ferir-e feriu- é a indiferença.

Sei bem que não fui um notável companheiro nem um amente razoável. Sei também que meu intelecto não é um exemplo a ser seguido. mas hoje eu pude perceber o quanto minha incompetência pode se voltar contra mim. Desde o começo eu tinha medo de me abrir, de me entregar; mas aos poucos eu o fiz e vejam só no que deu. Ao me ver ela vai embora, ela atravessa a rua e eu -filho do carbono e do amoníaco- tento conquistar novamente sua atenção com uma Lira ultra-romântica.

Mas vou tentar -dessa vez eu juro que vou- não permitir que esse meu espírito medieval interfira na sua jornada.

Na sua jornada, vi que tens o que precisa, seus amigos que sempre estarão om você fazendo o que eu nunca conseguirei fazer: te ajudar. Mas me sinto feliz por saber que você está em boas mãos, só me dói como um câncer pulsante saber que em teu seio tão cedo não descansarei dessa minha loucura fora de nosso tempo.

Saiba, oh senhora da minha liberdade, que sempre estarei contigo. Esperando o dia em que serei digno de pousar minha podre face em teu alvo colo, para, ao som de tua vida, adormecer no mais profundo sono. Do Qual não pretendo acordar jamais.

Em mim apenas uma vontade maior que todas as outras emerge. Seja feliz, estrela, seja qual for a tua constelação. Viaje pelos céus de quem quiser e por fim conquiste o horizonte tanto almejado. E lembre-se, ao olhar as estrelas saberei que uma delas é você e sorrirei por saber que está sempre lá, para que eu possa contemplar a sua luz e ter como meu esse sonho mais platônico. Seu amor.